Consórcio em Aquidauana: o que dá para comprar com a carta de crédito?
Quem mora em Aquidauana divide a vida entre a cidade e o campo. De um lado estão o comércio da sede, as salas de aula da UFMS e da UEMS e o quartel do 9º Batalhão de Engenharia de Combate. Do outro, fazendas de gado que se estendem até a planície pantaneira. Os dois mundos têm compras grandes pela frente, e o consórcio serve aos dois: parcela sem juros hoje, pagamento à vista quando a cota for contemplada.
Na fazenda, a estrada de chão cobra caro da caminhonete, e o consórcio de picape deixa a troca programada. Quem pensa em aumentar a área ou construir curral e casa de sede olha o consórcio de imóvel rural, e o frete do gado entra no consórcio de caminhões.
Na sede, servidor, professor e militar têm salário previsível, o perfil que costuma buscar o consórcio de imóveis e somar o FGTS de empregos anteriores quando o imóvel é urbano e para moradia. Aquidauana tem mais motos e motonetas do que carros registrados, e o consórcio de moto para trabalho atende quem depende delas para ganhar a vida. Em Piraputanga e Camisão, na Estrada Parque, o dono de pousada encontra no consórcio de van de passageiros um jeito de buscar o hóspede sem pesar no caixa.
Antes de assinar, três conferências. A primeira é a autorização da administradora no Banco Central, feita de graça no site do próprio banco. A segunda é a taxa de administração total do plano, que diz mais que a primeira parcela. A terceira é a folga no orçamento: a parcela precisa caber no mês de menor renda, porque data de contemplação não se promete. Para o pecuarista, esse mês costuma ser o da entressafra do gado; para a pousada, a baixa temporada.
A simulação é feita pelo celular, sem custo, e o contrato é assinado direto com a administradora escolhida. Os números do IBGE, os perfis de comprador e um exemplo de parcela estão em Consórcio em Aquidauana MS. Do outro lado do rio e mais a oeste, as vizinhas têm páginas próprias: Anastácio e Miranda.